quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Dia mundial contra a MALÁRIA












Os anfitrioes dessa grande festa.. Seria a grande equipe dos MSF- Médicos sem fronteiras..

Fotos comemorativas..



A crescente dificuldade para entrada de imigrantes na Espanha fez do Marrocos um país de destino. Os migrantes estendem sua estada no país, se instalando nos centros urbanos de Rabat e Casablanca. Embora a condição destes locais seja melhor do que as zonas rurais, a população tem que lidar com o aumento do custo de vida, a redução dos meios de subsistência e o acesso limitado aos cuidados de saúde.



Os migrantes estão expostos à exploração e violência crescentes. A prostituição é comum e doenças infecciosas como a tuberculose (TB) e o HIV/Aids estão se expandindo. As rotas migratórias também mudaram. Hoje, há muitos imigrantes vindos de países ao sul do Marrocos, como Mauritânia, Senegal e, em menor escala, de regiões do Saara.

Aumento dos casos de distúrbios da saúde mental

Um fenômeno recente observado é o aumento nos distúrbios de saúde mental, resultado da perda de esperança entre os migrantes que ficam por um longo período no Marrocos.




Cem anos após a descoberta da doença de Chagas, uma doença parasitária potencialmente fatal, o acesso ao diagnóstico e ao tratamento ainda é limitado na Bolívia, e o tratamento praticamente não é oferecido às pessoas com mais de 15 anos. MSF está tratando adultos e crianças e advogando por um maior acesso ao tratamento no país. Em 2009, MSF lançou uma campanha de sensibilização chamada "Quebre o Silêncio", apelando aos governos de todos os países onde Chagas é endêmica para que lutem contra a doença.

MSF trabalha na Bolívia desde 1986. ...



Em outubro de 2009, MSF começou a trabalhar na zona rural de Cochabamba, no coração da Bolívia, uma das áreas com maior incidência de Chagas no país. A organização está trabalhando nas comunidades rurais na prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. Dos 700 adultos e crianças testados para Chagas, mais de 300 tiveram resultado positivo. Dois terços dessas pessoas completaram, com sucesso, o tratamento de 60 dias.

O barbeiro, inseto que pode ser encontrado nas casas das pessoas e que transmite a doença aos humanos, é muito presente em Cochabamba. MSF está trabalhando para implementar uma nova estratégia do controle desse inseto e educar a população sobre os possíveis riscos.

MSF também apoia um programa na capital do departamento de Cochabamba, em colaboração com o Ministério da Saúde. O programa trabalha para integrar a assistência aos pacientes da doença de Chagas no sistema público nacional de saúde.

História de paciente
Laura tem 39 anos e mora na cidade de Cochabamba. Há sete anos ela descobriu que tinha a doença de Chagas, que o parasito tinha danificado seriamente seu coração e que precisava de um marca-passo. "Eu mal conseguia andar sem ficar cansada. Fui ao médico, fiz um exame de sangue e um check-up completo e descobri que tinha Chagas. A partir daquele momento eu passei a me preocupar com a doença. Fui até MSF e o médico disse que era muito tarde para receber tratamento e que não havia outra opção a não ser colocar o marca-passo."

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Los disturbios civiles trae aumento en los casos de cólera en la capital de Haití, Port-au-Prince


Las recientes manifestaciones y la violencia esporádica coincidió con un aumento en los casos de cólera en la capital, Port-au-Prince, como personas no pudieron acceder al tratamiento.

Experiência de VIDA!!

15 de Dezembro
a 13 de Janeiro
Shopping Bay Market
Niterói
Visita Monitorada:
Terça a Domingo - 14h às 20h
(Exceto nos dias 24, 25 e 31/12 e 01/01)


Recorde de visitas em apenas seis dias de exposição em Niterói

A exposição Experiências de Vida: Olhares sobre a Atuação de Médicos Sem Fronteiras superou todas as nossas expectativas durante sua semana de estréia em Niterói. Desde a última quarta-feira, 15, quem passa pelo Shopping Bay Market, próximo a estação das barcas, pode se emocionar com as histórias dos brasileiros de MSF que trabalham em diferentes projetos pelo mundo.

Ao todo, são quatro vídeos que mostram as situações enfrentadas por esses profissionais em contextos de catástrofes naturais, epidemias, crises nutricionais e conflitos armados. Além dos vídeos, os visitantes também podem ver fotos e navegar por um mapa múndi interativo. É impossível não se emocionar com as imagens e alguns visitantes se chocam ao conhecer a difícil realidade de nossos pacientes.

Quem passa pela exposição pode ouvir na voz dos profissionais brasileiros que atuam com MSF uma parte da sua história e as dificuldades e conquistas enfrentadas a cada nova missão.

A emoção que a exposição traz para cada uma das pessoas que visita o espaço gera um sentimento de solidariedade. Tocadas pelo empenho dessas pessoas que seguem o ideal humanitário, muitos que passam pela exposição não perdem a oportunidade de gravar um vídeo de apoio para os expatriados brasileiros. Uma das novidades da mostra é o recurso que permite a gravação dos depoimentos na exposição e depois a divulgação desses vídeos através das redes sociais e do site. Os visitantes mais tímidos podem optar por fazer sua gravação em casa, através do www.experienciasdevida.org.br

Em apenas seis dias da mostra na cidade já foram mais de 3 mil visitantes. O público, muito variado, encontra tempo durante as compras de natal para conhecer mais sobre a história de Médicos Sem Fronteiras e ainda fazer doações para a organização.


http://www.experienciasdevida.org.br/site/sobre-exposicao.php

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

África, um lugar ou um objeto?


Não sei ao certo o porquê de tantas propagandas, sobre o que esta a vendo com a áfrica, tantos famosos apoiando, se quando é pra colocar a mão na massa não tem a coragem pra isso, não sou contra, sou a favor completamente, o dinheiro sempre é bem vindo, mais será que a África realmente, necessita de dinheiro?

África pede por ajuda e carinho..


Pedro M.da Fonseca

Famintos por atenção



Estima-se que 195 milhões de crianças em todo o mundo sofram as consequências da desnutrição, das quais 90% moram na África Subsaariana e sul da Ásia. A desnutrição representa um terço das 8 milhões de mortes anuais de crianças com menos de cinco anos.


Veja os vídeos da campanha e assine a petição por uma nova política de ajuda alimentar: http:

//www.starvedforattention.org/.